{
    "schema_version": "1.1",
    "id": 522464,
    "slug": "cid-s72-auxilio-doenca-inss-2026",
    "title": "CID S72 dá Direito a Auxílio-Doença? Como Pedir em 2026",
    "excerpt": "CID S72 (fratura do fêmur) não garante benefício automático: veja quem tem direito ao auxílio-doença, BPC ou aposentadoria e como pedir no INSS em 2026.",
    "content_primary": "markdown",
    "available_formats": [
        "markdown"
    ],
    "content_markdown": "Você quebrou o fêmur, está com a perna imobilizada ou operada, e agora precisa entender uma coisa simples: como pagar as contas enquanto não pode trabalhar. O CID S72 (Fratura do Fêmur) é o código que aparece no seu atestado, e ele sozinho não garante nada no INSS. Essa é a primeira verdade que você precisa engolir.\n\nO INSS não paga benefício por diagnóstico. Paga por incapacidade para o trabalho. Duas pessoas com exatamente o mesmo CID S72 podem ter destinos opostos: uma recebe oito meses de auxílio, outra recebe alta na primeira perícia. A diferença quase nunca está na fratura. Está no que o laudo médico descreve, no que a pessoa consegue provar sobre a função que exerce e no tipo de segurado que ela é.\n\nLeia também:\n[Benefícios do INSS por Doença: Como Pedir em 2026](https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/)\n\nResumindo o caminho: se você contribui para o INSS e ficou incapaz por mais de 15 dias, o pedido é de auxílio por incapacidade temporária. Se a fratura veio de acidente (queda, atropelamento, acidente de trabalho), você nem precisa das 12 contribuições de carência. Se você não contribui e a renda da família é baixa, o caminho é o BPC/LOAS, hoje em R$ 1.621,00. E se a perna não voltar a permitir qualquer trabalho, existe a aposentadoria por incapacidade permanente.\n\nNeste texto você vai entender qual desses três caminhos é o seu, o que precisa estar escrito no laudo para a perícia não te derrubar, e o que fazer quando a carta de indeferimento chega com aquela frase seca: “não foi constatada incapacidade laborativa”.\n\n<a id=\"cid-s72-da-direito-a-auxilio-doenca-automaticamente\"></a>\n## CID S72 dá direito a auxílio-doença automaticamente?\n\nNão. Nenhum CID gera benefício automático. O art. 59 da Lei 8.213/91 exige incapacidade para o trabalho habitual por mais de 15 dias consecutivos. O CID S72 apenas nomeia a lesão. Quem decide se você está incapaz é o perito médico federal, olhando a sua limitação funcional e a atividade que você exerce.\n\nLeia também:\n[Auxílio-Doença CID C85 (Linfoma Não-Hodgkin) em 2026](https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-c85-linfoma-nao-hodgkin/)\n\nO CID S72 tem várias subdivisões: S72.0 (colo do fêmur, comum em quedas de idosos), S72.1 (pertrocantérica), S72.2 (subtrocantérica), S72.3 (diáfise, o corpo do osso), S72.4 (extremidade inferior) e S72.7 (fraturas múltiplas). Fraturas múltiplas ou com dificuldade de consolidação costumam gerar afastamentos bem mais longos.\n\nAqui entra o fator que a maioria ignora: a sua profissão. Um pedreiro, um motorista de caminhão e um analista que trabalha sentado têm o mesmo osso, mas não a mesma incapacidade. O perito é obrigado a considerar a atividade habitual. Se você trabalha em pé oito horas por dia, carregando peso, isso precisa estar dito, por escrito, no seu laudo e na sua boca durante a perícia.\n\n**Atenção:** se você é empregado com carteira assinada, os primeiros 15 dias de afastamento são pagos pela empresa. O INSS só entra a partir do 16º dia. Se você é autônomo, MEI ou contribuinte individual, o INSS paga desde o primeiro dia de incapacidade.\n\n<a id=\"preciso-ter-12-contribuicoes-para-receber-por-fratura-do-femur\"></a>\n## Preciso ter 12 contribuições para receber por fratura do fêmur?\n\nDepende da origem da fratura. A regra geral do art. 25, I, da Lei 8.213/91 é carência de 12 contribuições mensais. Mas o art. 26, II, da mesma lei dispensa a carência quando a incapacidade decorre de acidente de qualquer natureza. Como a maior parte das fraturas de fêmur vem de queda, atropelamento ou acidente de trabalho, muita gente tem direito sem completar os 12 meses.\n\nEssa é a hora de esclarecer uma confusão frequente. O art. 151 da Lei 8.213/91 lista doenças graves que dispensam carência: neoplasia maligna, [cardiopatia grave](https://www.ribeirocavalcante.com.br/cardiopatia-grave-auxilio-doenca-invalidez/), [esclerose múltipla](https://www.ribeirocavalcante.com.br/esclerose-multipla-doenca-invalidez/), Parkinson, entre outras. Fratura do fêmur *não* está nessa lista. Mas isso não te prejudica, porque a isenção que se aplica ao seu caso é outra: a de acidente. Você pode conferir o texto integral na [Lei 8.213/91 no portal do Planalto\r\n\r\n](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm).\n\nNa prática, isso significa que você precisa provar duas coisas: que era segurado na data do acidente e que a fratura veio de um evento acidental. Boletim de ocorrência, ficha de atendimento do pronto-socorro, laudo do SAMU, CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) e até o relatório da radiologia costumam servir. O prontuário do hospital com a descrição “queda da própria altura” ou “acidente motociclístico” vale ouro nesse ponto.\n\nSe a fratura foi por acidente de trabalho ou no trajeto, o benefício é o auxílio por incapacidade temporária **acidentário** (espécie B-91). A diferença é grande: ele garante estabilidade de 12 meses no emprego após a alta e mantém o depósito do FGTS durante o afastamento. Para isso, a empresa precisa emitir a CAT. Se ela se recusar, o próprio trabalhador, o sindicato ou o médico podem emitir.\n\n**Importante:** quem perdeu a [qualidade de segurado](https://www.ribeirocavalcante.com.br/qualidade-segurado-periodo-de-graca/) e voltou a contribuir precisa cumprir metade da carência (6 contribuições) para benefícios por incapacidade não acidentários. Mas se a nova incapacidade vem de acidente, a dispensa do art. 26, II, continua valendo.\n\n<a id=\"quanto-o-inss-paga-em-2026-para-quem-fratura-o-femur\"></a>\n## Quanto o INSS paga em 2026 para quem fratura o fêmur?\n\nO auxílio por incapacidade temporária é 91% do salário de benefício, com piso de R$ 1.621,00 (salário mínimo de 2026 fixado pelo Governo Federal) e teto de R$ 1.621,00, segundo a tabela do INSS para 2026. Desde a Reforma da Previdência (EC 103/2019), o valor também não pode ultrapassar a média dos seus 12 últimos salários de contribuição.\n\n**Exemplo prático:** imagine um segurado com média de salários de contribuição de R$ 3.000,00. O auxílio por incapacidade temporária sairia por volta de R$ 2.730,00 (91% de R$ 3.000,00). Se essa mesma pessoa fosse aposentada por incapacidade permanente sendo homem com 25 anos de contribuição, o cálculo seria 60% + 2% por ano acima de 20 anos (10%), ou seja, 70% de R$ 3.000,00, cerca de R$ 2.100,00.\n\nRepare no detalhe que pega muita gente de surpresa: a aposentadoria por incapacidade permanente costuma pagar *menos* que o auxílio temporário. Não é erro do sistema, é a regra de cálculo pós-Reforma. Por isso, aceitar uma aposentadoria não é sempre a melhor notícia financeira, ainda que traga estabilidade.\n\nExiste ainda o acréscimo de 25% previsto no art. 45 da Lei 8.213/91, para o aposentado por incapacidade permanente que precisa de assistência permanente de outra pessoa. É o caso de quem ficou acamado ou não consegue se locomover, higienizar-se ou vestir-se sozinho após a fratura. Esse acréscimo incide sobre o valor da aposentadoria e pode até ultrapassar o teto.\n\nE se a fratura deixar sequela permanente que *reduz* a capacidade sem impedir o trabalho (encurtamento do membro, claudicação, limitação de amplitude), o caminho pode ser o [auxílio-acidente](https://www.ribeirocavalcante.com.br/auxilio-acidente-beneficio-inss/), previsto no art. 86 da Lei 8.213/91. Ele é indenizatório, vale 50% do salário de benefício e pode ser recebido junto com o salário do trabalho. O STJ consolidou que, comprovados o nexo causal e a redução da capacidade, o segurado faz jus ao [auxílio-acidente](https://www.ribeirocavalcante.com.br/auxilio-acidente-2023/), vedada a acumulação com aposentadoria após a alteração trazida pela Lei 9.528/1997.\n\n<a id=\"e-se-eu-nao-contribuo-para-o-inss-o-caminho-do-bpc-loas\"></a>\n## E se eu não contribuo para o INSS? O caminho do BPC/LOAS\n\nQuem não tem qualidade de segurado pode pedir o BPC/LOAS, benefício assistencial de um salário mínimo (R$ 1.621,00 em 2026). Exige dois requisitos: impedimento de longo prazo, de no mínimo 2 anos, e renda mensal por pessoa da família inferior a 1/4 do salário mínimo, hoje R$ 405,25. A base é a Lei 8.742/93 (LOAS).\n\nAqui mora a maior frustração de quem fratura o fêmur e nunca contribuiu. Uma fratura que consolida bem em 6 ou 8 meses **não** caracteriza impedimento de longo prazo. O BPC não é para incapacidade temporária. Ele exige que a barreira à participação na sociedade dure ao menos dois anos.\n\nQuando o BPC se torna viável nesses casos? Geralmente quando a fratura de fêmur se soma a outros fatores: pseudoartrose (o osso não cola), necrose da cabeça femoral, infecção da prótese, osteoporose grave em idoso com quedas repetidas, ou quando a pessoa já tem 65 anos ou mais (aí entra o BPC ao idoso, que não exige perícia de deficiência, só o critério de renda).\n\nAntes de pedir, é obrigatório ter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado no CRAS do seu município, com dados de menos de 24 meses. Sem isso, o sistema do Meu INSS bloqueia o requerimento. E o cálculo de renda considera todos que moram na casa: cônjuge, pais, filhos menores de 21, irmãos solteiros menores de 21.\n\n**Dica de ouro:** despesas médicas comprovadas com a fratura (medicamentos de uso contínuo, fisioterapia particular, fraldas, cuidador) podem ser abatidas do cálculo da renda familiar em juízo. Guarde nota fiscal de tudo. É esse conjunto de recibos que já reverteu muitos indeferimentos por “renda superior ao limite”.\n\nSe você quer entender melhor as diferenças entre as três portas de entrada, vale ler o guia completo sobre [benefícios do INSS por doença e como pedir em 2026](https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/).\n\n<a id=\"qual-caminho-serve-para-o-seu-caso\"></a>\n## Qual caminho serve para o seu caso?\n\nA escolha depende de duas perguntas: você contribui para o INSS e a incapacidade é temporária ou definitiva? Errar essa porta é o que mais atrasa o dinheiro na conta, porque cada pedido negado consome de 30 a 60 dias até a perícia e mais o tempo do recurso.\n\n| Situação | Benefício a pedir | O que exige de você | Valor em 2026 |\n| --- | --- | --- | --- |\n| Contribui e ficará afastado alguns meses | Auxílio por incapacidade temporária | Qualidade de segurado + 12 contribuições (dispensadas se acidente) | 91% da média, piso R$ 1.621,00 |\n| Fratura em acidente de trabalho ou trajeto | Auxílio acidentário (B-91) | CAT emitida + nexo com o trabalho | 91% da média + FGTS + estabilidade 12 meses |\n| Não volta a trabalhar em nada, nem com readaptação | Aposentadoria por incapacidade permanente | Perícia atestando incapacidade total e definitiva | 60% da média + 2% por ano extra |\n| Ficou com sequela que reduz, mas não impede o trabalho | Auxílio-acidente | Nexo causal + sequela consolidada | 50% do salário de benefício |\n| Nunca contribuiu, renda familiar baixa | BPC/LOAS | CadÚnico + renda por pessoa abaixo de R$ 405,25 + impedimento de 2 anos | R$ 1.621,00 fixos |\n\nObserve que o BPC não paga 13º salário e não gera [pensão por morte](https://www.ribeirocavalcante.com.br/pensao-por-morte-2026/) para a família. Já o auxílio e a aposentadoria pagam 13º e integram o histórico previdenciário. Para casos em que a incapacidade se prolonga e evolui, vale entender também como funciona a [aposentadoria por invalidez em sequelas de AVC](https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-i69-sequelas-de-avc/), que segue a mesma lógica de prova de incapacidade definitiva.\n\n<a id=\"o-que-trava-o-pedido-na-pericia-medica-do-inss\"></a>\n## O que trava o pedido na perícia médica do INSS\n\nO motivo campeão de indeferimento em fraturas é o laudo que só traz o diagnóstico. Um papel escrito “Paciente com fratura de fêmur. CID S72.3. Afastar 60 dias.” tem valor pericial baixíssimo. A perícia dura em média 10 a 15 minutos e o perito precisa de *limitação funcional descrita*, não de código.\n\nUm laudo que funciona precisa conter, em texto corrido e com data recente (idealmente dos últimos 30 dias):\n\n- Diagnóstico com CID e a subdivisão exata (S72.0, S72.3, S72.7 etc.)\n- Data e mecanismo do trauma (queda de escada, colisão, queda da própria altura)\n- Tratamento realizado: osteossíntese com haste intramedular, placa, prótese, tração\n- Limitações funcionais em linguagem prática: “não deambula sem auxílio de andador”, “impossibilitado de permanecer em ortostatismo por mais de 10 minutos”, “não realiza flexão de quadril além de 45 graus”, “proibida carga sobre o membro operado”\n- Relação expressa com a profissão: “paciente exerce função de ajudante de obra, atividade incompatível com as limitações atuais”\n- Prognóstico e tempo estimado de afastamento, com justificativa\n- Assinatura, carimbo e CRM legíveis\n\nLeve também os exames de imagem físicos, não só o relatório. Radiografia e tomografia impressas, com data, mostrando a fratura, o material de síntese e o estágio de consolidação. Na sala de perícia, o perito costuma pedir para você caminhar, sentar e levantar. Não exagere e não minimize: mostre exatamente o que consegue e o que não consegue.\n\nUma coisa que se repete no atendimento a esses casos: a pessoa vai à perícia sem levar a descrição da própria função de trabalho. Leve a CTPS, o contrato ou uma declaração simples do empregador dizendo o que você faz no dia a dia. O perito não adivinha que o seu “auxiliar de produção” carrega sacos de 30 quilos.\n\n**Cuidado:** não falte à perícia e não chegue atrasado. O sistema registra ausência e o pedido é arquivado, obrigando você a fazer um novo requerimento e a perder a data de entrada, que é o marco a partir do qual o benefício é pago. Se não puder ir, reagende pelo Meu INSS antes da data.\n\n<a id=\"como-dar-entrada-no-pedido-pelo-meu-inss-passo-a-passo\"></a>\n## Como dar entrada no pedido pelo Meu INSS: passo a passo\n\nTodo o pedido é feito online, sem ir à agência. O prazo legal de análise é de 30 dias para benefícios por incapacidade e 90 dias para o BPC, embora a fila real costume ser maior, segundo os próprios painéis de monitoramento do INSS. O agendamento da perícia sai no ato do requerimento.\n\n- Acesse o [Meu INSS](https://meu.inss.gov.br) ou o aplicativo, com login gov.br (nível prata ou ouro)\n- Clique em “Novo Pedido” e digite “Benefício por Incapacidade Temporária” (ou “Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência” para o BPC)\n- Confirme os dados, informe se a fratura tem relação com o trabalho e anexe os documentos em PDF ou foto legível\n- Anote o número do protocolo e a data de entrada do requerimento (DER)\n- Verifique a data, hora e endereço da perícia na aba “Agendamentos/Solicitações”\n- Acompanhe o resultado pelo próprio app: aparece como “Concluído” com a decisão anexada\n\nDocumentos para separar antes de começar:\n\n- RG e CPF\n- Comprovante de residência atualizado\n- Carteira de trabalho ou carnês/GPS de contribuição\n- Laudo médico detalhado, recente e assinado\n- Exames de imagem (raio-X, tomografia) e relatório cirúrgico\n- Receituários e comprovantes de fisioterapia\n- CAT, se houver acidente de trabalho\n- Boletim de ocorrência ou ficha do pronto-socorro, se acidente comum\n- Para BPC: CadÚnico atualizado e comprovantes de renda de todos da casa\n\nSe você já é empregado, existe ainda a opção do **Atestmed**, análise documental sem perícia presencial, disponível para afastamentos de até 180 dias. Ele acelera, mas tem um risco: com laudo fraco, a negativa vem rápido e sem chance de você explicar sua limitação pessoalmente.\n\n[\n\n![CID S72 dá Direito a Auxílio-Doença? Como Pedir em 2026](https://cdn.ribeirocavalcante.com.br/web-stories/poster-cid-s72-da-direito-a-auxilio-d-1785608816.webp)\n\n](https://www.ribeirocavalcante.com.br/web-stories/cid-s72-fratura-femur-auxilio-doenca-2026/)\n\n⚡ Web Story\n[CID S72 dá Direito a Auxílio-Doença? Como Pedir em 2026](https://www.ribeirocavalcante.com.br/web-stories/cid-s72-fratura-femur-auxilio-doenca-2026/)\n[Ver história visual ›](https://www.ribeirocavalcante.com.br/web-stories/cid-s72-fratura-femur-auxilio-doenca-2026/)\n\n\nAntes de protocolar, três papéis decidem o seu caso: o laudo com a limitação funcional descrita (não só o CID), o comprovante da origem acidental da fratura (BO, ficha do PS ou CAT) e a prova do que você faz no trabalho. O erro que mais derruba pedidos de fratura de fêmur é o laudo genérico, sem prazo estimado e sem ligação com a profissão. Se quiser, nossa equipe lê esses documentos antes de você dar entrada e aponta o que está faltando.\n\nFale agora com um advogado especialista\n[ Falar com Advogado no WhatsApp](https://www.ribeirocavalcante.com.br/ads/wpp.html)\n\n<a id=\"beneficio-negado-ou-cessado-cedo-demais-o-que-fazer-agora\"></a>\n## Benefício negado ou cessado cedo demais: o que fazer agora\n\nVocê tem 30 dias, contados da ciência da decisão, para apresentar recurso administrativo à Junta de Recursos, sem custo e sem advogado obrigatório. Também é possível pedir prorrogação do benefício nos 15 dias que antecedem a data de cessação (DCB), pelo Meu INSS, na opção “Pedido de Prorrogação”.\n\nEntenda a diferença entre os três instrumentos, porque usar o errado custa meses:\n\n- **Pedido de Prorrogação (PP):** quando o benefício está ativo e vai acabar, mas você continua incapaz. Só pode ser feito nos 15 dias finais.\n- **Pedido de Reconsideração (PR):** quando o benefício já cessou há menos de 30 dias e você discorda da alta.\n- **Recurso à Junta de Recursos do CRPS:** quando o pedido foi indeferido. Prazo de 30 dias. Aqui você junta novos laudos e contesta tecnicamente o parecer do perito.\n\nNa carta de indeferimento costuma aparecer a frase “não constatada incapacidade laborativa” ou “parecer contrário da perícia médica federal”. Guarde esse documento e o parecer da perícia (que você pode baixar no Meu INSS, em “Consultar Resultado de Benefício por Incapacidade”). É nele que está o fundamento a ser atacado.\n\nSe o recurso administrativo não resolver, cabe ação judicial no Juizado Especial Federal, onde não há custas iniciais e é possível pedir a gratuidade da justiça prevista no art. 98 do Código de Processo Civil. No processo judicial haverá nova perícia, feita por médico nomeado pelo juiz, e normalmente com quesitos mais detalhados que os do INSS.\n\nVale conhecer dois precedentes do Supremo Tribunal Federal que ajudam quem já ficou afastado antes: no RE 583834, o STF firmou que o período em gozo de auxílio-doença conta para fins de [aposentadoria por invalidez](https://www.ribeirocavalcante.com.br/aposentadoria-por-invalidez/), desde que intercalado com atividade laborativa. E no RE 1298832, julgado em 2023, o STF decidiu que é constitucional contar como carência o tempo de recebimento de auxílio-doença, também quando intercalado com trabalho. Na prática, o tempo em que você esteve afastado não é tempo jogado fora.\n\n<a id=\"quando-a-fratura-vira-caso-de-reabilitacao-e-nao-de-alta\"></a>\n## Quando a fratura vira caso de reabilitação e não de alta\n\nAntes de negar a aposentadoria por incapacidade permanente, o INSS deve avaliar se você pode ser reabilitado para outra função, conforme o art. 62 da Lei 8.213/91. O programa de Reabilitação Profissional é gratuito e, enquanto ele dura, o benefício por incapacidade continua sendo pago. Muita gente recebe alta sem passar por essa etapa obrigatória.\n\nEsse ponto é decisivo em fraturas de fêmur com sequela. Imagine um segurado de 52 anos, pedreiro há trinta anos, com prótese de quadril e proibição médica de carregar peso. Ele pode não estar totalmente incapaz para *qualquer* trabalho, mas está incapaz para o dele. A saída legal é a reabilitação para função compatível, não a alta pura e simples.\n\nOs tribunais têm reconhecido que, quando a reabilitação é inviável na prática (baixa escolaridade, idade avançada, mercado de trabalho da região), a incapacidade parcial se converte em incapacidade total para fins previdenciários. O TRF3 já assentou que o auxílio-doença deve ser restabelecido quando demonstrada a incapacidade temporária, e que a conversão em aposentadoria por invalidez depende da constatação de incapacidade total e insuscetível de reabilitação.\n\nPor isso, na perícia e no processo, informe sempre sua idade, escolaridade e histórico profissional. Esses dados não são detalhe biográfico: são elementos jurídicos que pesam na avaliação da incapacidade. O mesmo raciocínio aparece em outros quadros incapacitantes, como no [pedido de auxílio-doença por Parkinson](https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-g20-doenca-de-parkinson/).\n\n<a id=\"perguntas-frequentes-sobre-cid-s72-e-beneficios-do-inss\"></a>\n## Perguntas frequentes sobre CID S72 e benefícios do INSS\n\n<a id=\"posso-ser-demitido-enquanto-estou-afastado-por-fratura-do-femur\"></a>\n### Posso ser demitido enquanto estou afastado por fratura do fêmur?\n\nDurante o afastamento pelo INSS, o contrato de trabalho fica suspenso e a [demissão sem justa causa](https://www.ribeirocavalcante.com.br/demissao-sem-justa-causa-direitos/) não pode acontecer. Se a fratura foi acidente de trabalho e houve CAT, você ainda tem estabilidade de 12 meses após a alta previdenciária, garantida pelo art. 118 da Lei 8.213/91. Demissão nesse período gera direito à reintegração ou à indenização dos salários do período estabilitário. Guarde a CAT, o comunicado de alta do INSS e o aviso prévio, se houver, porque são esses três documentos que sustentam a reclamação trabalhista.\n\n<a id=\"quem-recebe-auxilio-por-incapacidade-continua-contando-tempo-para-aposentadoria\"></a>\n### Quem recebe auxílio por incapacidade continua contando tempo para aposentadoria?\n\nSim, desde que o período de benefício esteja intercalado com atividade laborativa, conforme o STF decidiu no RE 1298832, de 2023. Ou seja, se você trabalhou, afastou-se, e depois voltou a trabalhar ou contribuir, aquele tempo de afastamento conta tanto para carência quanto para tempo de contribuição. O que não conta é o período de benefício que ficou “solto”, sem trabalho antes e depois. Confira seu CNIS no Meu INSS para verificar se os meses de afastamento estão lançados corretamente.\n\n<a id=\"posso-trabalhar-em-outra-coisa-enquanto-recebo-o-auxilio-por-incapacidade\"></a>\n### Posso trabalhar em outra coisa enquanto recebo o auxílio por incapacidade?\n\nNão. Exercer atividade remunerada durante o recebimento do benefício por incapacidade leva à cessação imediata e pode gerar cobrança de devolução dos valores recebidos, com inscrição em dívida ativa. O cruzamento é automático: qualquer registro de vínculo ou recolhimento no CNIS acende o alerta no sistema do INSS. Exceção importante: o auxílio-acidente, que é indenizatório, pode ser recebido junto com o salário normalmente. Se você precisa voltar a trabalhar, o caminho certo é pedir a alta ou solicitar reabilitação profissional.\n\n<a id=\"quem-esta-aposentado-por-idade-e-fratura-o-femur-pode-receber-algo-a-mais\"></a>\n### Quem está aposentado por idade e fratura o fêmur pode receber algo a mais?\n\nAposentado não recebe auxílio por incapacidade temporária, porque os benefícios são inacumuláveis. Mas há duas possibilidades. Se o aposentado por incapacidade permanente passar a precisar de assistência de outra pessoa após a fratura, cabe o acréscimo de 25% do art. 45 da Lei 8.213/91. E se a queda ocorreu por falha de terceiro (piso molhado em supermercado, buraco em calçada pública, defeito em transporte), cabe ação de indenização por danos morais e materiais contra o responsável, que corre em paralelo e independe do INSS.\n\n<a id=\"fratura-de-femur-em-idoso-da-direito-a-bpc-mesmo-com-filhos-que-trabalham\"></a>\n### Fratura de fêmur em idoso dá direito a BPC mesmo com filhos que trabalham?\n\nDepende de quem mora na mesma casa. Filhos maiores de 21 anos e casados não entram no cálculo do grupo familiar do BPC, mesmo que ajudem financeiramente. Já cônjuge, companheiro, pais, filhos e irmãos solteiros menores de 21 entram. Se a soma da renda dividida pelo número de pessoas ficar abaixo de R$ 405,25 em 2026, o critério objetivo está atendido. E a partir dos 65 anos existe o BPC ao idoso, que dispensa a perícia de deficiência e analisa apenas a renda.\n\n<a id=\"quanto-tempo-o-inss-costuma-conceder-de-afastamento-por-fratura-do-femur\"></a>\n### Quanto tempo o INSS costuma conceder de afastamento por fratura do fêmur?\n\nNão existe prazo tabelado. O INSS fixa a data de cessação (DCB) caso a caso, considerando o tipo de fratura, o tratamento e a profissão. Fraturas tratadas cirurgicamente costumam gerar prazos iniciais na casa de alguns meses, com necessidade de prorrogação se a consolidação atrasar. O que você precisa saber é: se a DCB chegar e você ainda não puder trabalhar, o pedido de prorrogação tem que ser feito nos 15 dias anteriores à data marcada. Passou disso, o benefício cai e você recomeça do zero.\n\n<a id=\"cid-s72-como-garantir-o-afastamento-e-o-beneficio-sem-perder-tempo\"></a>\n## CID S72: Como Garantir o Afastamento e o Benefício sem Perder Tempo\n\nFaça isso hoje, nesta ordem. Primeiro: peça ao seu médico um laudo novo, com data recente, descrevendo o que a sua perna *não faz* (andar sem apoio, subir escada, ficar em pé, suportar carga) e ligando isso à sua profissão. Segundo: separe os exames de imagem impressos e o relatório da cirurgia. Terceiro: procure o comprovante de que a fratura veio de acidente, seja boletim de ocorrência, ficha do pronto-socorro ou CAT.\n\nSe você já foi negado, a peça mais importante é a carta de indeferimento junto com o parecer da perícia. Baixe os dois no Meu INSS antes de qualquer coisa, porque o prazo de 30 dias para o recurso administrativo corre da data em que a decisão ficou disponível.\n\nQuando você manda mensagem para o escritório, o que acontece é objetivo: a gente lê o laudo, o parecer da perícia e o seu histórico de contribuições, e diz se o caso tem base legal, qual dos três caminhos (auxílio, BPC ou aposentadoria) se aplica a você e o que precisa ser reforçado antes de protocolar. Isso é dito antes de qualquer contratação, sem enrolação.\n\nFale agora com um advogado especialista\n[ Falar com Advogado no WhatsApp](https://www.ribeirocavalcante.com.br/ads/wpp.html)",
    "content_hash": {
        "algo": "sha256",
        "scope": "content_markdown",
        "value": "c20e99ead20774f61a6441f58a85f9d4d14bfec0f795a6b12fc1055fe9435f9d"
    },
    "date_published": "2026-08-01T15:17:20-03:00",
    "date_modified": "2026-08-01T15:17:20-03:00",
    "author": {
        "name": "Amanda Ribeiro Cavalcante",
        "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/autor/amanda/"
    },
    "canonical_url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-s72-fratura-do-femur/",
    "json_url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/cid-s72-auxilio-doenca-inss-2026.json",
    "word_count": 4072,
    "reading_time": 21,
    "robots": {
        "index": true,
        "follow": true
    },
    "license": {
        "name": "CC BY-NC-ND 4.0",
        "url": "https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt-br",
        "notice": "Conteúdo protegido. Cite a fonte com link para a URL canônica. Reprodução integral proibida."
    },
    "publisher": {
        "name": "Ribeiro Cavalcante Advocacia",
        "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/"
    },
    "publisher_ref": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/org.json",
    "language": "pt-BR",
    "site": "Ribeiro Cavalcante Advocacia",
    "categories": [
        {
            "id": 15,
            "name": "Direito Previdenciário",
            "slug": "direito-previdenciario",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/direito-previdenciario/"
        }
    ],
    "tags": [
        {
            "id": 6909,
            "name": "-auxílio-doença-e-aposentadoria",
            "slug": "auxilio-doenca-e-aposentadoria",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/tag/auxilio-doenca-e-aposentadoria/"
        },
        {
            "id": 8209,
            "name": "auxílio-doença fratura de fêmur",
            "slug": "auxilio-doenca-fratura-de-femur",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/tag/auxilio-doenca-fratura-de-femur/"
        },
        {
            "id": 8207,
            "name": "CID S72",
            "slug": "cid-s72",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/tag/cid-s72/"
        },
        {
            "id": 8206,
            "name": "cid-s72-(fratura-do-fêmur):-afastamento",
            "slug": "cid-s72-fratura-do-femur-afastamento",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/tag/cid-s72-fratura-do-femur-afastamento/"
        },
        {
            "id": 8208,
            "name": "fratura do fêmur INSS",
            "slug": "fratura-do-femur-inss",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/tag/fratura-do-femur-inss/"
        },
        {
            "id": 8211,
            "name": "perícia médica INSS negada fratura",
            "slug": "pericia-medica-inss-negada-fratura",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/tag/pericia-medica-inss-negada-fratura/"
        },
        {
            "id": 8210,
            "name": "quanto tempo de afastamento por fratura do fêmur",
            "slug": "quanto-tempo-de-afastamento-por-fratura-do-femur",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/tag/quanto-tempo-de-afastamento-por-fratura-do-femur/"
        }
    ],
    "featured_image": {
        "url": "https://cdn.ribeirocavalcante.com.br/2026/08/cid-s72-fratura-do-femur-afastamento-auxilio-doenca-e-aposentadoria-522464-1785608279.webp",
        "width": 1400,
        "height": 788,
        "alt": "Imagem representando CID S72 (Fratura do Fêmur): Afastamento, Auxílio-Doença e Aposentadoria — Ribeiro Cavalcante Advocacia"
    },
    "faq": [
        {
            "question": "CID S72 dá direito a auxílio-doença automaticamente?",
            "answer": "Não. O perito avalia se a fratura impede o exercício da sua função específica; um laudo que descreva apenas o código, sem limitações funcionais, tempo de consolidação e restrições de carga ou marcha, costuma resultar em alta na primeira perícia."
        },
        {
            "question": "Preciso de 12 contribuições para receber pelo CID S72?",
            "answer": "Não, quando a fratura decorre de acidente de qualquer natureza ou acidente de trabalho: nesses casos a carência é dispensada. Guarde boletim de ocorrência, ficha do pronto-socorro ou CAT para provar a origem traumática."
        },
        {
            "question": "Quanto tempo de afastamento o INSS concede por fratura de fêmur?",
            "answer": "Não há prazo fixo. A alta programada é definida pelo perito conforme o tipo de fratura, cirurgia realizada e sua profissão, variando em média de 3 a 12 meses, com possibilidade de prorrogação pedida nos 15 dias finais."
        },
        {
            "question": "O que fazer se o INSS negar o benefício por fratura do fêmur?",
            "answer": "Baixe a carta de indeferimento e o parecer da perícia no Meu INSS e apresente recurso à Junta de Recursos em até 30 dias, sem custo. Também é possível ingressar com ação judicial com novo laudo detalhado."
        },
        {
            "question": "Quem não contribui para o INSS recebe algo pela fratura do fêmur?",
            "answer": "Sim, pode pedir o BPC/LOAS, de um salário mínimo, se a limitação durar pelo menos 2 anos e a renda familiar por pessoa for inferior a 1/4 do salário mínimo, considerando apenas quem mora na mesma casa."
        }
    ],
    "table_of_contents": [
        {
            "level": 2,
            "text": "CID S72 dá direito a auxílio-doença automaticamente?",
            "anchor": "cid-s72-da-direito-a-auxilio-doenca-automaticamente"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "Preciso ter 12 contribuições para receber por fratura do fêmur?",
            "anchor": "preciso-ter-12-contribuicoes-para-receber-por-fratura-do-femur"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "Quanto o INSS paga em 2026 para quem fratura o fêmur?",
            "anchor": "quanto-o-inss-paga-em-2026-para-quem-fratura-o-femur"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "E se eu não contribuo para o INSS? O caminho do BPC/LOAS",
            "anchor": "e-se-eu-nao-contribuo-para-o-inss-o-caminho-do-bpc-loas"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "Qual caminho serve para o seu caso?",
            "anchor": "qual-caminho-serve-para-o-seu-caso"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "O que trava o pedido na perícia médica do INSS",
            "anchor": "o-que-trava-o-pedido-na-pericia-medica-do-inss"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "Como dar entrada no pedido pelo Meu INSS: passo a passo",
            "anchor": "como-dar-entrada-no-pedido-pelo-meu-inss-passo-a-passo"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "Benefício negado ou cessado cedo demais: o que fazer agora",
            "anchor": "beneficio-negado-ou-cessado-cedo-demais-o-que-fazer-agora"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "Quando a fratura vira caso de reabilitação e não de alta",
            "anchor": "quando-a-fratura-vira-caso-de-reabilitacao-e-nao-de-alta"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "Perguntas frequentes sobre CID S72 e benefícios do INSS",
            "anchor": "perguntas-frequentes-sobre-cid-s72-e-beneficios-do-inss"
        },
        {
            "level": 3,
            "text": "Posso ser demitido enquanto estou afastado por fratura do fêmur?",
            "anchor": "posso-ser-demitido-enquanto-estou-afastado-por-fratura-do-femur"
        },
        {
            "level": 3,
            "text": "Quem recebe auxílio por incapacidade continua contando tempo para aposentadoria?",
            "anchor": "quem-recebe-auxilio-por-incapacidade-continua-contando-tempo-para-aposentadoria"
        },
        {
            "level": 3,
            "text": "Posso trabalhar em outra coisa enquanto recebo o auxílio por incapacidade?",
            "anchor": "posso-trabalhar-em-outra-coisa-enquanto-recebo-o-auxilio-por-incapacidade"
        },
        {
            "level": 3,
            "text": "Quem está aposentado por idade e fratura o fêmur pode receber algo a mais?",
            "anchor": "quem-esta-aposentado-por-idade-e-fratura-o-femur-pode-receber-algo-a-mais"
        },
        {
            "level": 3,
            "text": "Fratura de fêmur em idoso dá direito a BPC mesmo com filhos que trabalham?",
            "anchor": "fratura-de-femur-em-idoso-da-direito-a-bpc-mesmo-com-filhos-que-trabalham"
        },
        {
            "level": 3,
            "text": "Quanto tempo o INSS costuma conceder de afastamento por fratura do fêmur?",
            "anchor": "quanto-tempo-o-inss-costuma-conceder-de-afastamento-por-fratura-do-femur"
        },
        {
            "level": 2,
            "text": "CID S72: Como Garantir o Afastamento e o Benefício sem Perder Tempo",
            "anchor": "cid-s72-como-garantir-o-afastamento-e-o-beneficio-sem-perder-tempo"
        }
    ],
    "internal_links": [
        {
            "anchor_text": "Benefícios do INSS por Doença: Como Pedir em 2026",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/"
        },
        {
            "anchor_text": "Auxílio-Doença CID C85 (Linfoma Não-Hodgkin) em 2026",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-c85-linfoma-nao-hodgkin/"
        },
        {
            "anchor_text": "cardiopatia grave",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/cardiopatia-grave-auxilio-doenca-invalidez/"
        },
        {
            "anchor_text": "esclerose múltipla",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/esclerose-multipla-doenca-invalidez/"
        },
        {
            "anchor_text": "qualidade de segurado",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/qualidade-segurado-periodo-de-graca/"
        },
        {
            "anchor_text": "auxílio-acidente",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/auxilio-acidente-beneficio-inss/"
        },
        {
            "anchor_text": "auxílio-acidente",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/auxilio-acidente-2023/"
        },
        {
            "anchor_text": "pensão por morte",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/pensao-por-morte-2026/"
        },
        {
            "anchor_text": "aposentadoria por invalidez em sequelas de AVC",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-i69-sequelas-de-avc/"
        },
        {
            "anchor_text": "CID S72 dá Direito a Auxílio-Doença? Como Pedir em 2026",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/web-stories/cid-s72-fratura-femur-auxilio-doenca-2026/"
        },
        {
            "anchor_text": "aposentadoria por invalidez",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/aposentadoria-por-invalidez/"
        },
        {
            "anchor_text": "pedido de auxílio-doença por Parkinson",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-g20-doenca-de-parkinson/"
        },
        {
            "anchor_text": "demissão sem justa causa",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/demissao-sem-justa-causa-direitos/"
        }
    ],
    "cta": [
        {
            "label": "Falar com Advogado no WhatsApp",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/ads/wpp.html",
            "type": "whatsapp"
        }
    ],
    "legal_basis": [
        {
            "title": "Lei 8.213/91 no portal do Planalto",
            "url": "https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm"
        }
    ],
    "external_references": [
        {
            "title": "Meu INSS",
            "url": "https://meu.inss.gov.br"
        }
    ],
    "related_posts": [
        {
            "title": "CID M33 dá Direito a Auxílio-Doença? Como Pedir em 2026",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-m33-dermatomiosite-e-polimiosite/",
            "json_url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/cid-m33-auxilio-doenca-inss-2026.json",
            "relationship": "cluster"
        },
        {
            "title": "CID F84.2 dá Direito a BPC/LOAS? Como Pedir em 2026",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-f84-2-sindrome-de-rett/",
            "json_url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/cid-f84-2-bpc-loas-inss-2026.json",
            "relationship": "cluster"
        },
        {
            "title": "CID F72 dá Direito a BPC/LOAS e Auxílio-Doença em 2026",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-f72-deficiencia-intelectual-grave/",
            "json_url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/cid-f72-bpc-auxilio-doenca-inss-2026.json",
            "relationship": "cluster"
        },
        {
            "title": "CID F01 Dá Direito a Auxílio-Doença ou BPC em 2026?",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-f01-demencia-vascular/",
            "json_url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/cid-f01-auxilio-doenca-bpc-2026.json",
            "relationship": "cluster"
        },
        {
            "title": "CID G71.1 dá Direito a Auxílio-Doença ou BPC em 2026?",
            "url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/beneficios-inss-por-doenca/cid-g71-1-distrofia-miotonica-de-steinert/",
            "json_url": "https://www.ribeirocavalcante.com.br/cid-g71-1-auxilio-doenca-bpc-inss-2026.json",
            "relationship": "cluster"
        }
    ]
}