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    "content_markdown": "Essa é a pergunta que tira o sono de muita gente. Você passou anos construindo um patrimônio com seu cônjuge — compraram um apartamento, um carro, fizeram investimentos — e agora, na hora da separação, bate o medo: **“será que vou perder tudo?”** ou **“ele(a) vai levar metade do que é meu?”**\n\nA resposta depende de uma coisa que muitas vezes foi decidida lá atrás, no dia do casamento, sem que você prestasse muita atenção: **o [regime de bens](https://www.ribeirocavalcante.com.br/regime-de-bens-qual-a-importancia/) escolhido no casamento**. É esse regime que define o que é de quem na hora do [divórcio](https://www.ribeirocavalcante.com.br/divorcio-extrajudicial-fortaleza/).\n\nLeia também:\n[Direitos União Estável vs Casamento: O que muda em 2026?](https://www.ribeirocavalcante.com.br/direitos-uniao-estavel-2026/)\n\nEm 2026, as regras para partilha de bens continuam as mesmas do Código Civil, mas o que muda é como a justiça brasileira tem interpretado situações específicas — como bens comprados antes do casamento, heranças, [FGTS](https://www.ribeirocavalcante.com.br/fgts-2026-regras-saque/) e criptomoedas. E é exatamente isso que você vai entender agora: de forma simples, prática e com exemplos reais em reais.\n\nNeste artigo, vamos explicar as regras de partilha para cada regime de casamento (comunhão parcial, comunhão universal, separação total e participação final nos aquestos), como calcular o valor que cabe a cada um, quais documentos separar e o passo a passo para não errar na divisão do patrimônio.\n\n<a id=\"como-funciona-a-partilha-de-bens-no-divorcio-em-2026\"></a>\n## Como funciona a partilha de bens no divórcio em 2026?\n\nPartilha de bens é o processo de dividir o patrimônio do casal quando o casamento chega ao fim. Essa divisão segue as regras do **[regime de bens](https://www.ribeirocavalcante.com.br/regime-de-bens-qual-a-importancia/)** escolhido no casamento — e, se o casal não escolheu nada, vale o regime legal, que é a **comunhão parcial de bens**.\n\nLeia também:\n[Divórcio Judicial em Fortaleza: Quais os Casos?](https://www.ribeirocavalcante.com.br/divorcio-judicial-em-fortaleza/)\n\nA base legal está no [Código Civil, artigos 1.639 a 1.688\r\n\r\n](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406.htm). Na prática, esses artigos respondem a três perguntas essenciais:\n\n- Quais bens entram na partilha?\n- Quais bens ficam fora da divisão?\n- Como calcular o valor que cada um recebe?\n\nO divórcio em si pode ser consensual (feito em cartório, quando há acordo) ou litigioso (na justiça, quando não há acordo). A partilha acontece nos dois casos, mas o procedimento e o custo mudam bastante.\n\n**Dica de ouro:** mesmo que você e seu ex-cônjuge estejam de acordo sobre a divisão, ter um advogado especializado é obrigatório e evita surpresas futuras. Um erro na partilha pode gerar ações anulatórias anos depois.\n\n<a id=\"o-que-entra-na-partilha-em-cada-regime-de-casamento\"></a>\n## O que entra na partilha em cada regime de casamento?\n\nCada regime de bens tem regras próprias sobre o que se comunica (entra na partilha) e o que é particular (fica fora). Vamos ver um por um.\n\n<a id=\"comunhao-parcial-de-bens-o-regime-mais-comum\"></a>\n### Comunhão Parcial de Bens: o regime mais comum\n\nSe você se casou sem fazer pacto antenupcial, seu regime é a comunhão parcial de bens. Ele vale para a maioria dos casamentos no Brasil.\n\nA regra é simples: **tudo o que foi comprado ou conquistado durante o casamento pertence aos dois**, independentemente de quem pagou ou de quem está o nome no documento. Já os bens que cada um tinha antes de casar continuam sendo só daquela pessoa.\n\n**Entram na partilha:**\n\n- Imóveis comprados depois do casamento\n- Veículos adquiridos na constância do casamento\n- Saldo de contas bancárias e investimentos feitos durante o casamento\n- FGTS acumulado durante o casamento ([STJ Tema 1177](https://www.stj.jus.br/sites/portalp/SiteAssets/documentos/noticias/STJ-Tema-1177.pdf))\n- Direitos trabalhistas (como rescisão contratual) referentes ao período do casamento\n\n**Ficam fora da partilha:**\n\n- Bens comprados antes do casamento\n- Heranças recebidas durante o casamento\n- Doações recebidas por um dos cônjuges\n- Bens comprados com dinheiro de herança (desde que comprovado)\n- Instrumentos de trabalho (ex: ferramentas, equipamentos profissionais)\n\n**Exemplo prático:** João e Maria se casaram em 2018. João já tinha um apartamento comprado em 2015 (antes do casamento). Durante o casamento, compraram uma casa no valor de R$ 400.000,00. Na partilha, o apartamento de João fica só com ele. A casa de R$ 400.000,00 é dividida: R$ 200.000,00 para cada um.\n\n<a id=\"comunhao-universal-de-bens-tudo-se-divide\"></a>\n### Comunhão Universal de Bens: tudo se divide\n\nNa [comunhão universal (art. 1.667 do Código Civil)](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406.htm#art1667), todos os bens — passados, presentes e futuros — pertencem ao casal. É o oposto da separação total. Para esse regime valer, precisa de pacto antenupcial registrado em cartório.\n\n**Entram na partilha:**\n\n- Todos os bens que cada um tinha antes do casamento\n- Todos os bens adquiridos durante o casamento\n- Heranças e doações (salvo se houver cláusula de incomunicabilidade)\n- Dívidas anteriores e atuais\n\n**Ficam fora:**\n\n- Bens doados ou herdados com cláusula expressa de incomunicabilidade\n- Instrumentos de trabalho pessoais\n- Dívidas de jogo ou atos ilícitos\n\n**Exemplo prático:** Ana e Pedro se casaram em comunhão universal. Ana tinha R$ 50.000,00 em investimentos antes do casamento, e Pedro tinha um carro quitado de R$ 80.000,00. Durante o casamento, compraram um sítio de R$ 300.000,00. Na partilha, tudo vai a monte: R$ 430.000,00 no total. Cada um recebe R$ 215.000,00.\n\n<a id=\"separacao-total-de-bens-nada-se-divide\"></a>\n### Separação Total de Bens: nada se divide\n\nQuem casa no regime de [separação total de bens (art. 1.687 do Código Civil)](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406.htm#art1687) mantém o patrimônio completamente separado. Cada um é dono exclusivo do que comprou ou recebeu, mesmo durante o casamento.\n\nEsse regime é obrigatório para quem se casa com mais de 70 anos, mas também pode ser escolhido livremente por qualquer casal com pacto antenupcial.\n\n**Entram na partilha:** somente os bens comprados em nome de ambos (co-propriedade). Se o casal comprou um imóvel juntos, cada um tem direito à sua cota proporcional.\n\n**Ficam fora:**\n\n- Bens comprados individualmente\n- Heranças e doações recebidas por um só\n- Saldo de contas individuais\n\n**Importante:** mesmo na separação total, se o casal morou junto e contribuiu para a aquisição de bens, a justiça pode reconhecer que houve esforço comum. Isso se chama “súmula 377 do STF” e é uma exceção importante que muitas pessoas desconhecem.\n\n<a id=\"participacao-final-nos-aquestos-regime-raro-mas-possivel\"></a>\n### Participação Final nos Aquestos: regime raro, mas possível\n\nEsse é um regime híbrido. Durante o casamento, cada um administra seus próprios bens (como na separação total). Mas, na hora do divórcio, os bens adquiridos durante o casamento entram na partilha (como na comunhão parcial).\n\n![Homem de terno segurando um certificado de divórcio em uma mesa de escritório. — Foto: www.kaboompics.com](https://cdn.ribeirocavalcante.com.br/2026/05/divorcio-inline-1-88197-1778412928.jpg)\n*Como funciona a partilha de bens no divórcio em 2026? — foto: www. Kaboompics. Com*\n\nNa prática, é um regime que mistura independência durante o casamento e divisão no divórcio. Também exige pacto antenupcial.\n\n**Exemplo prático:** Carla e Marcos casaram nesse regime. Durante o casamento, cada um comprou seu próprio carro. Carla comprou um de R$ 70.000,00; Marcos comprou um de R$ 90.000,00. Na partilha, o valor total dos aquestos é R$ 160.000,00. Cada um tem direito a R$ 80.000,00. Como os carros são individuais, pode haver compensação financeira: Carla recebe R$ 10.000,00 de Marcos para igualar a partilha.\n\n<a id=\"como-calcular-o-valor-da-meacao-em-cada-regime\"></a>\n## Como calcular o valor da meação em cada regime?\n\nCalcular a meação — a metade a que cada cônjuge tem direito — exige organização. Você precisa listar todos os bens, classificar se são comuns ou particulares conforme o regime, e só então dividir o monte-mor (a massa de bens a partilhar).\n\n**Exemplo prático com cálculos:** Vamos simular um divórcio no regime de comunhão parcial de bens. O casal formado por Lucas e Clara tem o seguinte patrimônio:\n\n**Bens particulares (de cada um, antes do casamento):**\n\n- Lucas: apartamento comprado em 2017 — R$ 300.000,00 (não entra na partilha)\n- Clara: poupança de R$ 40.000,00 (não entra na partilha)\n\n**Bens comuns (adquiridos durante o casamento):**\n\n- Casa comprada em 2020: R$ 500.000,00\n- Carro comprado em 2022: R$ 80.000,00\n- Saldo em conta conjunta: R$ 25.000,00\n- [FGTS](https://www.ribeirocavalcante.com.br/fgts-2026-regras-saque/) de Lucas (durante o casamento): R$ 60.000,00\n- Dívida do financiamento da casa: R$ 150.000,00 (saldo devedor)\n\n**Monte-mor (bens comuns – dívidas):** R$ 500.000 + R$ 80.000 + R$ 25.000 + R$ 60.000 – R$ 150.000 = **R$ 515.000,00**\n\n**Meação de cada um:** R$ 515.000,00 ÷ 2 = **R$ 257.500,00**\n\nNa prática, Lucas e Clara podem decidir quem fica com cada bem, desde que os valores se compensem. Se um ficar com a casa de R$ 500.000,00 (assumindo a dívida de R$ 150.000,00) e o carro de R$ 80.000,00, está recebendo R$ 430.000,00 líquidos em bens. Esse cônjuge então precisaria pagar R$ 172.500,00 ao outro para igualar a meação de R$ 257.500,00.\n\n**Atenção:** o cálculo deve considerar o valor atual dos bens, não o valor de compra. Peça avaliação atualizada de imóveis e veículos. O saldo do FGTS pode ser consultado no [site da Caixa Econômica Federal](https://www.caixa.gov.br/extrato-fgts/Paginas/default.aspx).\n\n<a id=\"como-fica-a-partilha-de-dividas-no-divorcio\"></a>\n## Como fica a partilha de dívidas no divórcio?\n\nAs dívidas também entram na partilha, e muita gente esquece disso. O princípio é o mesmo: a comunicação das dívidas segue o regime de bens.\n\n**Na comunhão parcial:** dívidas feitas durante o casamento são dos dois, mesmo que estejam no nome de um só. Exceção: dívidas de jogo ou atos ilícitos (como multas penais). Dívidas anteriores ao casamento não se comunicam.\n\n**Na comunhão universal:** todas as dívidas — passadas e presentes — entram na partilha, exceto as de ato ilícito.\n\n**Na separação total:** cada um responde por suas próprias dívidas.\n\n**Exemplo prático:** Imagine que durante o casamento o casal fez um empréstimo de R$ 30.000,00 no nome do marido para reformar a casa. Mesmo que a dívida esteja só no nome dele, na comunhão parcial ela é dos dois. Na partilha, o saldo devedor de R$ 15.000,00 é abatido do monte-mor antes de dividir os bens.\n\n**Cuidado:** se um dos cônjuges escondeu dívidas ou fez empréstimos em benefício próprio (como comprar bens para terceiros), isso pode ser questionado na justiça. Guarde extratos e comprovantes.\n\n<a id=\"passo-a-passo-como-fazer-a-partilha-de-bens-sem-erro\"></a>\n## Passo a passo: como fazer a partilha de bens sem erro\n\nFazer a partilha corretamente evita brigas futuras e até mesmo a anulação da divisão de bens. Aqui está o caminho prático:\n\n<a id=\"passo-1-faca-um-levantamento-completo-do-patrimonio\"></a>\n### Passo 1: Faça um levantamento completo do patrimônio\n\nListe todos os bens e dívidas: imóveis, veículos, contas bancárias, investimentos, FGTS, participações em empresas, joias, obras de arte, saldo devedor de financiamentos e empréstimos.\n\n**Dica importante:** inclua bens que estão no nome de terceiros, mas que pertencem ao casal. A ocultação de bens (chamada de “sonegação”) pode levar à perda da parte de quem escondeu, conforme o [art. 1.992 do Código Civil](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406.htm#art1992).\n\n<a id=\"passo-2-classifique-os-bens-conforme-o-regime\"></a>\n### Passo 2: Classifique os bens conforme o regime\n\nSepare os bens em duas listas: “bens particulares” (de cada um, que não entram na partilha) e “bens comuns” (que serão divididos). Use a classificação que explicamos acima para cada regime.\n\n[\n\n![Partilha de Bens no Divórcio 2026: Guia por Regime](https://cdn.ribeirocavalcante.com.br/web-stories/poster-partilha-de-bens-no-divorcio-2-1778413582.webp)\n\n](https://www.ribeirocavalcante.com.br/web-stories/partilha-de-bens-divorcio-2026/)\n\n⚡ Web Story\n[Partilha de Bens no Divórcio 2026: Guia por Regime](https://www.ribeirocavalcante.com.br/web-stories/partilha-de-bens-divorcio-2026/)\n[Ver história visual ›](https://www.ribeirocavalcante.com.br/web-stories/partilha-de-bens-divorcio-2026/)\n\n\n<a id=\"passo-3-de-valor-atual-a-cada-bem\"></a>\n### Passo 3: Dê valor atual a cada bem\n\nImóveis: consulte o valor venal pelo IPTU ou contrate uma avaliação atualizada. Veículos: use a tabela Fipe. Investimentos: extrato bancário atual. FGTS: extrato do site da Caixa.\n\n<a id=\"passo-4-calcule-o-monte-mor-e-a-meacao\"></a>\n### Passo 4: Calcule o monte-mor e a meação\n\nSome o valor dos bens comuns e subtraia as dívidas comuns. O resultado é o monte-mor. Divida por dois: essa é a meação de cada um.\n\n<a id=\"passo-5-defina-o-plano-de-partilha\"></a>\n### Passo 5: Defina o plano de partilha\n\nO ideal é que o casal concorde com a divisão. Se houver acordo, a partilha pode ser homologada em cartório ([divórcio extrajudicial](https://www.ribeirocavalcante.com.br/divorcio-extrajudicial-quem-pode-fazer-como-fazer-quanto-custa/)) ou por sentença judicial ([divórcio judicial](https://www.ribeirocavalcante.com.br/divorcio-judicial-em-fortaleza/) consensual). Se não houver acordo, será o juiz quem vai decidir.\n\nSe vocês estão em desacordo sobre a partilha, vale a pena ler nosso artigo sobre [dissolução de união estável e partilha de bens](https://www.ribeirocavalcante.com.br/dissolucao-de-uniao-estavel-partilha-bens-2026/), que explica o procedimento na justiça quando não há consenso.\n\n<a id=\"passo-6-formalize-a-partilha\"></a>\n### Passo 6: Formalize a partilha\n\nA partilha pode ser feita na própria escritura de divórcio (cartório) ou em documento separado (sobrepartilha). Após assinada, é preciso registrar a transferência dos bens:\n\n- Imóveis: registro no Cartório de Imóveis\n- Veículos: transferência no DETRAN\n- Contas e investimentos: divisão diretamente no banco\n- FGTS: saque do saldo ([consulte as regras no site da Caixa](https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/saque-fgts/Paginas/default.aspx))\n\n**Lembrete:** a partilha de bens gera custos. Além dos honorários do advogado, você terá que pagar custas cartorárias (na escritura) e, em alguns casos, o ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação) se houver excesso de meação — quando um cônjuge recebe mais do que teria direito e precisa compensar o outro.\n\n<a id=\"quais-documentos-voce-precisa-para-a-partilha-de-bens\"></a>\n## Quais documentos você precisa para a partilha de bens?\n\nA organização da documentação é fundamental. Aqui está a lista completa, organizada por tipo de bem:\n\n![Casal analisando documentos em uma cozinha. — Foto: Vodafone x Rankin everyone.connected](https://cdn.ribeirocavalcante.com.br/2026/05/divorcio-inline-2-88197-1778412943.jpg)\n*Como funciona a partilha de bens no divórcio em 2026? — foto: vodafone x rankin everyone. Connected*\n\n**Documentos pessoais:**\n\n- RG e CPF de ambos os cônjuges\n- Certidão de casamento atualizada (emitida nos últimos 90 dias)\n- Comprovante de residência atual\n- Pacto antenupcial registrado em cartório (se houver)\n\n**Bens imóveis:**\n\n- Matrícula atualizada do imóvel (obtida no Cartório de Registro de Imóveis)\n- IPTU do ano corrente\n- Contrato de compra e venda ou escritura\n- Contrato de financiamento (se houver)\n- Extrato do saldo devedor atualizado\n\n**Bens móveis:**\n\n- CRLV (documento do veículo)\n- Notas fiscais de bens de valor (joias, obras de arte)\n- Extratos bancários dos últimos 12 meses\n- Extrato de investimentos e ações\n- Extrato do FGTS (emitido pelo site da Caixa)\n- Contrato social de empresas (se for o caso)\n\n**Dívidas:**\n\n- Contratos de empréstimos e financiamentos\n- Extrato do saldo devedor atualizado\n- Comprovantes de pagamento das parcelas\n\nSe você está passando por um processo que envolve também questões de herança — por exemplo, se recebeu um bem de herança durante o casamento — consulte nosso artigo sobre [prazo para abrir inventário em 2026](https://www.ribeirocavalcante.com.br/prazo-para-abrir-inventario-2026/), que explica os prazos e documentos necessários para regularizar a herança antes da partilha do divórcio.\n\n<a id=\"quanto-tempo-e-quanto-custa-a-partilha-de-bens\"></a>\n## Quanto tempo e quanto custa a partilha de bens?\n\nO tempo da partilha depende do tipo de divórcio:\n\n| Tipo de divórcio | Tempo médio | Custo estimado |\n| --- | --- | --- |\n| Extrajudicial (cartório, com acordo) | 15 a 30 dias | R$ 1.500 + custas (varia conforme valor) |\n| Judicial consensual | 3 a 6 meses | R$ 3.000 + custas + honorários |\n| Judicial litigioso | 1 a 3 anos | R$ 5.000 a R$ 15.000 ou mais |\n\nAs custas judiciais variam por estado, mas geralmente ficam entre 1% e 2% do valor total dos bens a partilhar. Em uma partilha de R$ 500.000,00, por exemplo, as custas podem chegar a R$ 10.000,00.\n\nOs honorários advocatícios seguem a tabela da OAB de cada estado, normalmente entre 5% e 10% do valor do monte-mor, podendo ser negociados com o profissional.\n\n**Exemplo prático:** Um casal com patrimônio comum de R$ 400.000,00 que faz [divórcio consensual em cartório](https://www.ribeirocavalcante.com.br/?p=135225) pode gastar: R$ 2.500 (escritura + advogado) + R$ 400 (averbações) = aproximadamente R$ 2.900,00 no total.\n\n<a id=\"perguntas-frequentes-sobre-partilha-de-bens-no-divorcio\"></a>\n## Perguntas frequentes sobre partilha de bens no divórcio\n\n<a id=\"o-fgts-entra-na-partilha-de-bens\"></a>\n### O FGTS entra na partilha de bens?\n\nSim. Na comunhão parcial, o FGTS acumulado durante o casamento é considerado bem comum e entra na partilha, conforme decidiu o STJ no Tema 1177. Na separação total, não. Na comunhão universal, todo o FGTS (antes e durante) entra na partilha.\n\n<a id=\"quem-tem-direito-a-heranca-na-uniao-estavel-tem-os-mesmos-direitos-na-partilha\"></a>\n### Quem tem direito à herança na união estável tem os mesmos direitos na partilha?\n\nNão exatamente. A partilha no divórcio segue o regime de bens do casamento. Já os direitos de herança na união estável são regidos por regras próprias, que você pode conferir no artigo sobre [direito à herança na união estável em 2026](https://www.ribeirocavalcante.com.br/direito-a-heranca-uniao-estavel-2026/).\n\n<a id=\"um-dos-conjuges-pode-esconder-bens-na-partilha\"></a>\n### Um dos cônjuges pode esconder bens na partilha?\n\nEsconder bens de propósito é chamado de “sonegação” e é proibido. Se descoberto, o cônjuge que escondeu pode perder o direito sobre aquele bem, que ficará integralmente com o outro. A ação de sonegação pode ser movida mesmo anos depois da partilha.\n\n<a id=\"heranca-recebida-durante-o-casamento-entra-na-partilha\"></a>\n### Herança recebida durante o casamento entra na partilha?\n\nNa comunhão parcial, não. Heranças e doações são bens particulares, mesmo que recebidas durante o casamento. Na comunhão universal, sim, a não ser que haja cláusula de incomunicabilidade expressa pelo doador ou testador. Na separação total, não entram.\n\n<a id=\"da-para-mudar-o-regime-de-bens-depois-de-casado\"></a>\n### Dá para mudar o regime de bens depois de casado?\n\nSim, é possível alterar o regime de bens durante o casamento. Para isso, o casal precisa entrar com uma ação judicial (pedido de alteração de regime de bens), demonstrar que não há prejuízo para terceiros e obter autorização do juiz. Depois, fazem um pacto antenupcial e registram no cartório.\n\n<a id=\"bens-comprados-com-dinheiro-de-heranca-entram-na-partilha\"></a>\n### Bens comprados com dinheiro de herança entram na partilha?\n\nNão, desde que seja possível comprovar que o dinheiro veio exclusivamente da herança. É essencial guardar os documentos, como o formal de partilha do [inventário](https://www.ribeirocavalcante.com.br/inventario-e-partilha-2026/) e a transferência bancária, para demonstrar a origem do recurso.\n\n<a id=\"quanto-tempo-depois-do-divorcio-posso-pedir-a-partilha\"></a>\n### Quanto tempo depois do divórcio posso pedir a partilha?\n\nO prazo é de 10 anos para bens que não entraram na partilha original (sobrepartilha), contados do trânsito em julgado da sentença ou da escritura pública. Se houver sonegação de bens, o prazo é maior, podendo chegar a 20 anos.\n\n<a id=\"partilha-de-bens-no-divorcio-nao-arrisque-perder-seus-direitos\"></a>\n## Partilha de bens no divórcio: não arrisque perder seus direitos\n\nA partilha de bens é um dos momentos mais sensíveis do divórcio. Um erro na classificação dos bens, um documento faltando ou uma avaliação equivocada pode custar milhares de reais e gerar brigas judiciais por anos. Cada regime de casamento tem regras específicas que precisam ser aplicadas com precisão — e a justiça brasileira está cada vez mais atenta a detalhes como FGTS, criptomoedas e bens digitais.\n\nSe você está passando por uma separação, busque orientação de um advogado especializado em direito de família. Um profissional experiente consegue mapear todo o patrimônio, identificar o que realmente entra na partilha conforme seu regime de bens e garantir que você não saia prejudicado.\n\nNossa equipe do Ribeiro Cavalcante Advocacia está pronta para ajudar você a entender seus direitos e a fazer uma partilha justa e segura. Não deixe que a dúvida vire prejuízo.\n\nFale agora com um advogado especialista\n[ Falar com Advogado no WhatsApp](https://www.ribeirocavalcante.com.br/ads/wpp.html)\n\nFale agora com um advogado especialista\n[ Falar com Advogado no WhatsApp](https://www.ribeirocavalcante.com.br/ads/wpp.html)",
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            "question": "Como funciona a partilha de bens no divórcio em 2026?",
            "answer": "A partilha de bens no divórcio divide o patrimônio do casal conforme o regime escolhido no casamento. O mais comum é a comunhão parcial, onde só entram na divisão os bens adquiridos durante o casamento."
        },
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            "answer": "Entram imóveis, veículos, investimentos e FGTS acumulados durante o casamento, independentemente de quem pagou ou de quem está o nome no documento."
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            "answer": "Não. Na comunhão parcial de bens, o patrimônio adquirido antes do casamento é particular e fica fora da divisão no divórcio."
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            "question": "Herança recebida durante o casamento entra na partilha de bens?",
            "answer": "Não. Heranças e doações recebidas por um dos cônjuges durante o casamento são consideradas bens particulares e não entram na partilha, mesmo na comunhão parcial."
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            "answer": "Sim. O saldo de FGTS acumulado durante o casamento entra na partilha de bens no divórcio, conforme entendimento consolidado pela justiça brasileira."
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            "text": "Como funciona a partilha de bens no divórcio em 2026?",
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