Síndrome de Angelman e o Benefício de Prestação Continuada (BPC-LOAS)

Conteúdo revisado por Lucas Ribeiro Cavalcante, advogado — OAB/CE 44.673, em 04/07/2026
Síndrome de Angelman e o Benefício de Prestação Continuada (BPC-LOAS) em 2024
Breve resumo

As pessoas com síndrome de Angelman podem ter dificuldade em participar plenamente da sociedade, o que pode impactar sua capacidade de se manter ou de ter sua manutenção provida por sua família.

A síndrome de Angelman é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento físico e cognitivo de uma pessoa. Ela é causada por uma mutação no gene UBE3A, localizado no cromossomo 15.

O que é síndrome de Angelman?

Síndrome de angelman e o benefício de prestação continuada (bpc-loas) em 2024
síndrome de Angelman e o Benefício de Prestação Continuada (BPC-LOAS) em 2024

As pessoas com síndrome de Angelman apresentam características físicas e comportamentais distintas, como:

  • Atraso no desenvolvimento motor e cognitivo;
  • Dificuldades de aprendizagem, especialmente em linguagem e matemática;
  • Epilepsia;
  • Movimentos incontroláveis, como agitação das mãos e pés;
  • Riso frequente e agudo;
  • Tendência a ser amigável e carinhosa.

Como a síndrome de Angelman pode impedir a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família

As pessoas com síndrome de Angelman podem ter dificuldade em participar plenamente da sociedade, o que pode impactar sua capacidade de se manter ou de ter sua manutenção provida por sua família.

Fale agora com um advogado especialista

Falar com Advogado no WhatsApp

Algumas das maneiras pelas quais a síndrome de Angelman pode impedir a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família incluem:

  • Dificuldade de aprendizagem, que pode dificultar a obtenção de um diploma e de um emprego;
  • Necessidade de cuidados especiais, como terapia e apoio educacional, que podem ser caros;
  • Tendência a ter crises epilépticas, que podem ser graves;
  • Possibilidade de desenvolver problemas de saúde, como problemas cardíacos e digestivos.

Exames e documentos necessários para a solicitação do benefício de prestação continuada

Para solicitar o benefício de prestação continuada, é necessário apresentar os seguintes documentos:

  • Requerimento do benefício;
  • Certidão de nascimento ou casamento;
  • CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Renda familiar per capita inferior a 1/4 (um quarto) do salário mínimo vigente;
  • Laudo médico que ateste a deficiência.

O laudo médico deve ser emitido por profissional da área da saúde com formação específica para o diagnóstico de síndrome de Angelman. O laudo deve conter informações sobre o tipo de síndrome de Angelman, o grau de comprometimento e as limitações que a deficiência causa à pessoa. Esses documentos são importantes para o INSS .

Conclusão

Pessoas com síndrome de Angelman podem ter direito ao benefício de prestação continuada (BPC-LOAS), desde que preencham os requisitos necessários. A Ribeiro Cavalcante Advocacia é uma empresa especializada em direito previdenciário e pode ajudar você a entender seus direitos e a solicitar o benefício de forma adequada.

Perguntas frequentes

O que é a síndrome de Angelman?

É uma condição genética rara causada por uma mutação no gene UBE3A, localizado no cromossomo 15. Ela afeta o desenvolvimento físico e cognitivo, causando atraso motor e cognitivo, dificuldades de aprendizagem, epilepsia, movimentos incontroláveis e riso frequente.

Quem tem síndrome de Angelman pode receber o BPC-LOAS?

Sim. Pessoas com síndrome de Angelman podem ter direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC-LOAS), desde que preencham os requisitos necessários, como a comprovação da deficiência e a renda familiar per capita inferior a 1/4 do salário mínimo vigente.

Quais documentos são necessários para solicitar o BPC-LOAS?

É preciso apresentar o requerimento do benefício, certidão de nascimento ou casamento, CPF, comprovante de residência, comprovação de renda familiar per capita inferior a 1/4 do salário mínimo e laudo médico que ateste a deficiência.

Como deve ser o laudo médico para o pedido do benefício?

O laudo deve ser emitido por profissional da saúde com formação específica para o diagnóstico de síndrome de Angelman. Ele precisa conter informações sobre o tipo da síndrome, o grau de comprometimento e as limitações que a deficiência causa à pessoa.

Por que a síndrome de Angelman pode justificar o benefício?

Porque ela pode impedir que a pessoa se mantenha ou tenha sua manutenção provida pela família, em razão das dificuldades de aprendizagem que dificultam emprego, da necessidade de cuidados especiais e caros, das crises epilépticas e de outros problemas de saúde associados.

Deixe sua Pergunta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *